DISCURSO DE VITIMISMO DE ALLYSON JÁ NÃO EMPOLGA
O pré-candidato ao Governo do Estado Allyson Bezerra tem insistido em um discurso de perseguição política, procurando se apresentar como vítima de adversários e de forças que, segundo ele, resistem às mudanças. No entanto, esse discurso de “coitadinho” e de “pobrezinho perseguido” parece cada vez mais desgastado diante de um eleitorado que começa a exigir algo mais concreto.
Nos meios políticos, cresce a avaliação de que transformar críticas, questionamentos e investigações em perseguição pessoal pode não ser suficiente para sustentar uma candidatura ao Governo do Estado. O eleitor quer saber de propostas, de programas de governo e de soluções para os problemas da saúde, da segurança e da geração de empregos, e não de uma campanha baseada em vitimização permanente.
Além disso, adversários continuam lembrando das contradições entre o discurso de renovação e as alianças políticas construídas por Allyson, bem como dos questionamentos levantados em torno da Operação Mederi, embora até o momento não exista condenação judicial contra o ex-prefeito de Mossoró relacionada ao caso.
A pouco menos de um ano das eleições, a principal cobrança feita por parte do eleitorado é simples: menos discurso de vítima e mais apresentação de ideias para governar o Rio Grande do Norte.
Por Robson Pires
