QUATRO SUSPEITOS DE APLICAR GOLPE DO “FALSO ADVOGADO” SÃO PRESOS NO RN
Quatro suspeitos de integrar um grupo que aplicava golpes se passando por advogados foram presos nesta terça-feira (1º), durante a segunda fase da Operação Falsus Causidicus, no Rio Grande do Norte. Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão.
Segundo as investigações, os suspeitos criavam perfis falsos em aplicativos de mensagens e usavam informações reais de processos judiciais e dados das vítimas para convencer as pessoas de que estavam falando com advogados.
Em um dos casos investigados, uma vítima transferiu quase R$ 100 mil por meio de PIX após acreditar que precisava pagar supostas taxas de cartório para liberar um crédito judicial. O processo, no entanto, não existia.
Golpes usavam dados reais das vítimas
De acordo com a Polícia Civil, os criminosos utilizavam informações processuais e dados pessoais das vítimas para tornar as abordagens mais convincentes. Depois de estabelecer contato, eles apresentavam cobranças falsas e orientavam as vítimas a realizar transferências.
O dinheiro recebido era movimentado por contas bancárias de terceiros antes de chegar aos suspeitos. A prática, segundo os investigadores, dificultava o rastreamento dos valores.
Durante a operação, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e outros materiais que podem ajudar na identificação de outros integrantes do grupo.
Investigação começou em 2025
A segunda fase da operação é um desdobramento da Operação Entre Dois Mundos, realizada em dezembro de 2025. A nova etapa busca identificar outros envolvidos e esclarecer a participação de cada um nas fraudes.
A ação teve apoio das polícias civis do Rio Grande do Norte e do Ceará e do Ciberlab, do Ministério da Justiça.
A orientação é confirmar a identidade do advogado e a existência do processo antes de fazer qualquer pagamento solicitado por aplicativos de mensagens. Denúncias podem ser feitas anonimamente pelo Disque Denúncia 181.
Segundo as investigações, os suspeitos criavam perfis falsos em aplicativos de mensagens e usavam informações reais de processos judiciais e dados das vítimas para convencer as pessoas de que estavam falando com advogados.
Em um dos casos investigados, uma vítima transferiu quase R$ 100 mil por meio de PIX após acreditar que precisava pagar supostas taxas de cartório para liberar um crédito judicial. O processo, no entanto, não existia.
Golpes usavam dados reais das vítimas
De acordo com a Polícia Civil, os criminosos utilizavam informações processuais e dados pessoais das vítimas para tornar as abordagens mais convincentes. Depois de estabelecer contato, eles apresentavam cobranças falsas e orientavam as vítimas a realizar transferências.
O dinheiro recebido era movimentado por contas bancárias de terceiros antes de chegar aos suspeitos. A prática, segundo os investigadores, dificultava o rastreamento dos valores.
Durante a operação, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e outros materiais que podem ajudar na identificação de outros integrantes do grupo.
Investigação começou em 2025
A segunda fase da operação é um desdobramento da Operação Entre Dois Mundos, realizada em dezembro de 2025. A nova etapa busca identificar outros envolvidos e esclarecer a participação de cada um nas fraudes.
A ação teve apoio das polícias civis do Rio Grande do Norte e do Ceará e do Ciberlab, do Ministério da Justiça.
A orientação é confirmar a identidade do advogado e a existência do processo antes de fazer qualquer pagamento solicitado por aplicativos de mensagens. Denúncias podem ser feitas anonimamente pelo Disque Denúncia 181.
