ALTO DO RODRIGUES - PREFEITA TORRA MAIS DE R$ 2 MILHÕES EM FESTAS COM RECURSOS DOS ROYALTIES.
O município de Alto do Rodrigues, no Rio Grande do Norte, destinou uma parte significativa dos R$ 10,3 milhões recebidos em março como royalties da exploração de petróleo para custear festas populares. O evento "Alto Folia", uma das maiores micaretas da região, consumiu exatos R$ 2,1 milhões ao longo de três dias de festividades.
A decisão de utilizar cerca de 20% dos royalties para financiar eventos festivos levanta debates sobre a gestão desses valores, que poderiam ser aplicados em áreas como saúde, educação e infraestrutura. Enquanto a prefeitura argumenta que os eventos aquecem a economia local e geram empregos temporários, especialistas alertam para a falta de planejamento a longo prazo.
Um exemplo do impacto da má gestão dos royalties pode ser encontrado na cidade vizinha de Macau, que no passado também investiu pesadamente em festas e, anos depois, enfrentou dificuldades financeiras severas. Entre 2010 e 2015, Macau arrecadou mais de R$ 250 milhões em royalties, mas hoje lida com dívidas e dificuldades para manter serviços básicos. Sem planejamento adequado, os recursos dos royalties, que são finitos, podem deixar um legado de crise ao invés de desenvolvimento sustentável.
A cidade se divide entre aqueles que apoiam as festividades como um impulso econômico e aqueles que cobram maior responsabilidade no uso do dinheiro público. O Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público acompanham de perto a destinação desses recursos, buscando evitar irregularidades e garantir transparência na gestão municipal.
A decisão de utilizar cerca de 20% dos royalties para financiar eventos festivos levanta debates sobre a gestão desses valores, que poderiam ser aplicados em áreas como saúde, educação e infraestrutura. Enquanto a prefeitura argumenta que os eventos aquecem a economia local e geram empregos temporários, especialistas alertam para a falta de planejamento a longo prazo.
Um exemplo do impacto da má gestão dos royalties pode ser encontrado na cidade vizinha de Macau, que no passado também investiu pesadamente em festas e, anos depois, enfrentou dificuldades financeiras severas. Entre 2010 e 2015, Macau arrecadou mais de R$ 250 milhões em royalties, mas hoje lida com dívidas e dificuldades para manter serviços básicos. Sem planejamento adequado, os recursos dos royalties, que são finitos, podem deixar um legado de crise ao invés de desenvolvimento sustentável.
A cidade se divide entre aqueles que apoiam as festividades como um impulso econômico e aqueles que cobram maior responsabilidade no uso do dinheiro público. O Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público acompanham de perto a destinação desses recursos, buscando evitar irregularidades e garantir transparência na gestão municipal.
Por Obelisco de Macau