CEMITÉRIO DE CARROS: ABANDONO DE VEÍCULOS OFICIAIS GERA INDIGNAÇÃO EM GUAMARÉ
O que deveria ser um símbolo de eficiência na prestação de serviços públicos tornou-se um retrato do descaso em Guamaré. O cenário de veículos oficiais abandonados nas ruas, oficinas e garagens da cidade tem chamado a atenção dos moradores. São carros, ambulâncias, ônibus e máquinas públicas expostos ao sol e à chuva, em estados que variam de inoperantes a sucateados.
A denúncia reflete a situação de veículos que, em tese, deveriam atender às demandas da população, mas estão esquecidos em locais públicos. Entre os exemplos mais preocupantes estão ônibus escolares fora de circulação devido à falta de peças e ambulâncias incapazes de oferecer socorro em situações de emergência. Além de comprometer os serviços essenciais, esse abandono expõe uma gestão que parece carecer de planejamento e prioridades.
A indignação da comunidade não se limita ao aspecto funcional. O acúmulo de veículos também gera preocupações sanitárias, com relatos de possíveis focos de proliferação de mosquitos transmissores de doenças como a dengue, além de risco de infestação por escorpiões, aranhas e outros animais peçonhentos. Para os moradores, o descuido com esses veículos não só agrava o desperdício de recursos públicos, como também coloca em risco a saúde da população.
Procurada para prestar esclarecimentos, a Prefeitura de Guamaré ainda não se pronunciou sobre o abandono desses veículos oficiais. Até o fechamento desta matéria, nenhuma resposta havia sido enviada, mas o espaço segue aberto para manifestações futuras.
Enquanto isso, a indignação cresce, e o chamado “cemitério de carros” segue como um símbolo de desorganização e negligência, deixando a população à espera de ações concretas para resolver a situação. Na Rua São Luiz – Conjunto da caixa em Salina da Cruz, moradores reclamam e denunciam o abandono de mais um veiculo oficial da prefeitura a mais de seis meses que está na Rua.
Que saudade do rugido do leão quando era vereador, hoje secretário de transporte do governo nada ele pode fazer. Sem motivação e autonomia e sem o poder de fazer acontecer, o secretário de transporte cumpre o dever de casa do cargo que lhe foi dado, obedecendo sem rugir as ordens de seu líder maior.
Por Guamaré em Dia