VEREADOR NIVALDO JÚNIOR QUEBRA DECORO, BAIXA O NÍVEL E ATACA COM PALAVRAS DE BAIXO CALÃO O PRESIDENTE DA CÂMARA, VEREADOR CLOVES TIBÚRCIO
O recente episódio ocorrido nessa sexta-feira, 17, no Plenário da Câmara Municipal de Angicos (RN) ultrapassa os limites do debate político e acende um alerta sobre o nível do diálogo no Legislativo Angicano.
Divergências fazem parte da democracia, mas jamais podem servir de justificativa para ofensas ou palavras de baixo calão dentro de uma Casa que deve ser exemplo de respeito e equilíbrio.
O vereador Cloves Tibúrcio da Costa, aos 63 anos, carrega uma trajetória que por si só impõe reconhecimento. Decano do parlamento angicano, soma nove mandatos e sete passagens pela presidência da Câmara, sendo uma das figuras mais experientes da política local.
Trata-se de uma história construída ao longo de décadas de serviços prestados ao povo de Angicos e à própria instituição legislativa — palco de um dos maiores desequilíbrios democráticos e emocionais jamais visto na história recente da Casa de Leis Angicana.
Ataques pessoais direcionados a um parlamentar com esse histórico não atingem apenas o indivíduo, mas também ferem a liturgia do cargo e o respeito que a população angicana espera de seus representantes. O parlamento é espaço de debate firme, sim — mas sempre pautado pela civilidade, respeito entre os pares, além da responsabilidade e do compromisso com o interesse público.
Diante disso, o momento exige reflexão e postura. A história e a contribuição de Cloves Tibúrcio da Costa não podem ser ignoradas ou diminuídas por episódios que em nada contribuem para o fortalecimento da política do nosso Município. Respeitar a trajetória de quem dedicou décadas à vida pública não é favor — é dever.
Na presidência da Câmara de Angicos pela sétima vez, o vereado Cloves a quem prestemos nossa solidariedade, sempre foi um político do diálogo e pessoa pública que sempre reafirmou o seu compromisso com o respeito institucional, garantindo que o debate político permaneça no campo das ideias, e nunca no da ofensa.
Além da falta de respeito ao presidente Cloves, à Casa Legislativa e ao povo angicano o caso deve ser tratado como quebra de decoro parlamentar e merece ser alvo de denúncia no Conselho de Ética, passível de suspensão do mandato.
Divergências fazem parte da democracia, mas jamais podem servir de justificativa para ofensas ou palavras de baixo calão dentro de uma Casa que deve ser exemplo de respeito e equilíbrio.
O vereador Cloves Tibúrcio da Costa, aos 63 anos, carrega uma trajetória que por si só impõe reconhecimento. Decano do parlamento angicano, soma nove mandatos e sete passagens pela presidência da Câmara, sendo uma das figuras mais experientes da política local.
Trata-se de uma história construída ao longo de décadas de serviços prestados ao povo de Angicos e à própria instituição legislativa — palco de um dos maiores desequilíbrios democráticos e emocionais jamais visto na história recente da Casa de Leis Angicana.
Ataques pessoais direcionados a um parlamentar com esse histórico não atingem apenas o indivíduo, mas também ferem a liturgia do cargo e o respeito que a população angicana espera de seus representantes. O parlamento é espaço de debate firme, sim — mas sempre pautado pela civilidade, respeito entre os pares, além da responsabilidade e do compromisso com o interesse público.
Diante disso, o momento exige reflexão e postura. A história e a contribuição de Cloves Tibúrcio da Costa não podem ser ignoradas ou diminuídas por episódios que em nada contribuem para o fortalecimento da política do nosso Município. Respeitar a trajetória de quem dedicou décadas à vida pública não é favor — é dever.
Na presidência da Câmara de Angicos pela sétima vez, o vereado Cloves a quem prestemos nossa solidariedade, sempre foi um político do diálogo e pessoa pública que sempre reafirmou o seu compromisso com o respeito institucional, garantindo que o debate político permaneça no campo das ideias, e nunca no da ofensa.
Além da falta de respeito ao presidente Cloves, à Casa Legislativa e ao povo angicano o caso deve ser tratado como quebra de decoro parlamentar e merece ser alvo de denúncia no Conselho de Ética, passível de suspensão do mandato.
