CASOS DE CIGUATERA AUMENTAM 60% NO RN E SESAP ALERTA PARA RISCO DE INTOXICAÇÃO POR PEIXES
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) emitiu um alerta após registrar aumento de 60,2% nos casos de ciguatera no Rio Grande do Norte. Até 11 de junho deste ano, foram contabilizados 141 casos da intoxicação alimentar, número superior ao total de 88 ocorrências registradas durante todo o ano de 2025.
De acordo com dados da Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (Suvige), o estado acumula, desde 2022, 259 notificações da doença, distribuídas em 46 surtos, com dois óbitos registrados. Desse total, 113 casos foram confirmados, enquanto 89 seguem em investigação.
Segundo a Sesap, a maior parte das intoxicações acontece após o consumo de pescado em residências, responsáveis por 64% dos registros. Restaurantes e outros estabelecimentos comerciais concentram os 36% restantes.
Natal reúne mais da metade das notificações do estado, com 52,21% dos casos. Em seguida aparecem Touros (24,78%), Ceará-Mirim (12,39%), Nísia Floresta (5,31%), Parnamirim (3,54%) e Extremoz (1,77%).
Entre as espécies mais associadas aos casos está a bicuda, também conhecida como barracuda, responsável por 45,13% das ocorrências confirmadas. Arabaiana, dourado, cioba, pescada branca, galo do alto, pargo e sirigado também aparecem entre os peixes identificados nas investigações.
A ciguatera é uma intoxicação provocada pela ingestão de peixes contaminados com a ciguatoxina, substância que não altera a aparência, o sabor ou o cheiro do alimento e que permanece ativa mesmo após o cozimento, congelamento ou salga.
Os sintomas podem surgir entre poucos minutos e 48 horas após o consumo e incluem dor abdominal, náuseas, vômitos e diarreia. Também são frequentes manifestações neurológicas, como dormência, formigamento, coceira intensa, dores no corpo, sensação de gosto metálico e inversão térmica, quando estímulos quentes são percebidos como frios e vice-versa. Em casos mais graves, a intoxicação pode provocar queda da pressão arterial e redução dos batimentos cardíacos.
De acordo com dados da Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (Suvige), o estado acumula, desde 2022, 259 notificações da doença, distribuídas em 46 surtos, com dois óbitos registrados. Desse total, 113 casos foram confirmados, enquanto 89 seguem em investigação.
Segundo a Sesap, a maior parte das intoxicações acontece após o consumo de pescado em residências, responsáveis por 64% dos registros. Restaurantes e outros estabelecimentos comerciais concentram os 36% restantes.
Natal reúne mais da metade das notificações do estado, com 52,21% dos casos. Em seguida aparecem Touros (24,78%), Ceará-Mirim (12,39%), Nísia Floresta (5,31%), Parnamirim (3,54%) e Extremoz (1,77%).
Entre as espécies mais associadas aos casos está a bicuda, também conhecida como barracuda, responsável por 45,13% das ocorrências confirmadas. Arabaiana, dourado, cioba, pescada branca, galo do alto, pargo e sirigado também aparecem entre os peixes identificados nas investigações.
A ciguatera é uma intoxicação provocada pela ingestão de peixes contaminados com a ciguatoxina, substância que não altera a aparência, o sabor ou o cheiro do alimento e que permanece ativa mesmo após o cozimento, congelamento ou salga.
Os sintomas podem surgir entre poucos minutos e 48 horas após o consumo e incluem dor abdominal, náuseas, vômitos e diarreia. Também são frequentes manifestações neurológicas, como dormência, formigamento, coceira intensa, dores no corpo, sensação de gosto metálico e inversão térmica, quando estímulos quentes são percebidos como frios e vice-versa. Em casos mais graves, a intoxicação pode provocar queda da pressão arterial e redução dos batimentos cardíacos.
