PENDÊNCIAS: MORADORES DO NOVO CONJUNTO TÊM ATÉ 31 DE AGOSTO PARA DECIDIR SE ACEITAM TRÊS MESES DE ALUGUEL SOCIAL PROPOSTO PELA PREFEITURA PARA DESOCUPAREM AS CASAS
Moradores que ocupam casas do novo Conjunto Habitacional de Pendências poderão ter que deixar os imóveis caso não aceitem a proposta de três meses de aluguel social apresentada pela Prefeitura. A situação foi discutida em reunião realizada nesta terça-feira (11), na Promotoria de Justiça de Pendências.
Segundo o termo da reunião, o Ministério Público acompanha a situação das casas ocupadas, que ainda precisam ser finalizadas pela construtora contratada pelo município. A Prefeitura propôs o pagamento de três meses de aluguel social para que os ocupantes que não são beneficiários do programa possam deixar os imóveis sem ficar desamparados de imediato.
Não houve acordo durante a reunião. Os moradores terão até o dia 31 de agosto para procurar a Secretaria Municipal de Assistência Social e informar se aceitam ou não a proposta.
O conjunto habitacional prevê a construção de 100 casas destinadas a famílias de baixa renda. Parte dos imóveis foi ocupada ainda durante a execução da obra, em abril de 2024. Na época, moradores alegavam que a construção estava demorando e questionavam a situação de famílias que haviam sido contempladas com as unidades.
Desde então, algumas famílias afirmam ter investido recursos próprios nas casas, realizando melhorias como muros, revestimentos, banheiros, telhados, pinturas e ampliações.
Agora, o principal temor de alguns moradores é o que acontecerá após os três meses de aluguel social. Eles afirmam que, sem uma alternativa definitiva, poderão novamente ficar sem condições de pagar aluguel e sem moradia.
A reunião contou com representantes do Ministério Público, da Prefeitura e moradores. O caso segue sendo acompanhado pela Promotoria de Justiça de Pendências.
A situação coloca de um lado a necessidade de regularizar e concluir as obras do conjunto habitacional e, do outro, famílias que já estabeleceram moradia no local e dizem ter realizado investimentos nos imóveis. O prazo de 31 de agosto agora coloca uma data concreta para o próximo capítulo dessa disputa.
Redação Rádio Vale
Segundo o termo da reunião, o Ministério Público acompanha a situação das casas ocupadas, que ainda precisam ser finalizadas pela construtora contratada pelo município. A Prefeitura propôs o pagamento de três meses de aluguel social para que os ocupantes que não são beneficiários do programa possam deixar os imóveis sem ficar desamparados de imediato.
Não houve acordo durante a reunião. Os moradores terão até o dia 31 de agosto para procurar a Secretaria Municipal de Assistência Social e informar se aceitam ou não a proposta.
O conjunto habitacional prevê a construção de 100 casas destinadas a famílias de baixa renda. Parte dos imóveis foi ocupada ainda durante a execução da obra, em abril de 2024. Na época, moradores alegavam que a construção estava demorando e questionavam a situação de famílias que haviam sido contempladas com as unidades.
Desde então, algumas famílias afirmam ter investido recursos próprios nas casas, realizando melhorias como muros, revestimentos, banheiros, telhados, pinturas e ampliações.
Agora, o principal temor de alguns moradores é o que acontecerá após os três meses de aluguel social. Eles afirmam que, sem uma alternativa definitiva, poderão novamente ficar sem condições de pagar aluguel e sem moradia.
A reunião contou com representantes do Ministério Público, da Prefeitura e moradores. O caso segue sendo acompanhado pela Promotoria de Justiça de Pendências.
A situação coloca de um lado a necessidade de regularizar e concluir as obras do conjunto habitacional e, do outro, famílias que já estabeleceram moradia no local e dizem ter realizado investimentos nos imóveis. O prazo de 31 de agosto agora coloca uma data concreta para o próximo capítulo dessa disputa.
Redação Rádio Vale