BRAVA ENCONTRA GÁS EM POÇO ONSHORE NO RN E VAI AVALIAR POTENCIAL DE PRODUÇÃO
A Brava Energia identificou a presença de hidrocarbonetos em seu primeiro poço exploratório terrestre (onshore), localizado no Campo de Sanhaçu, na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte. Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (15), a petroleira informou que notificou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e que aprofundará os estudos para avaliar o potencial de produção.
Segundo a Brava, a descoberta ocorreu na perfuração do poço de extensão 3-SAN-6D-RN, iniciado em 31 de agosto, e que alcançou uma profundidade de 2.230 metros, onde foi constatada a presença de gás no reservatório principal deste campo saturado.
A companhia informou que as próximas etapas do projeto do Campo de Sanhaçu envolvem a realização de estudos mais aprofundados, com o objetivo de avaliar as dimensões da acumulação de gás e dimensionar seu eventual potencial de produção.
O Campo Sanhaçu fica localizado na porção emersa da Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, e foi descoberto em 2007. A produção foi iniciada em 2012 e conta com sete poços perfurados. A área foi adquirida pela Brava em 2021.
Brava produz petróleo e gás em três estados do Nordeste
Além de Sanhaçu, a Brava Energia mantém campos de produção de petróleo e gás natural no Rio Grande do Norte, Ceará e Bahia. A atuação regional abrange operações terrestres nas bacias Potiguar e do Recôncavo, além de participações em campos marítimos nas bacias Potiguar e de Camamu-Almada. Os dados operacionais mais recentes da companhia têm como referência setembro de 2026.
Na Bacia Potiguar, o conjunto terrestre da empresa produziu aproximadamente 21,1 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/d), unidade que reúne petróleo e gás natural convertido em equivalente energético. Desse volume, cerca de 19,4 mil barris diários foram de petróleo. Entre os principais campos estão Canto do Amaro, Alto do Rodrigues, Estreito, Fazenda Pocinho e Macau. O Polo Macau, que inclui Sanhaçu, Salina Cristal, Lagoa Aroeira, Porto Carão e Carcará, respondeu por aproximadamente 6,5 mil boe/d.
A operação na Bacia Potiguar também alcança o Ceará, onde a Brava explora os campos terrestres de Fazenda Belém e Icapuí. Juntos, eles registraram produção média de aproximadamente 762 boe/d em setembro, predominantemente de petróleo, volume já incluído no total do conjunto Potiguar. No Rio Grande do Norte, a companhia também opera Ponta do Mel e Redonda, integrantes do Polo Areia Branca.
Na Bahia, os polos Recôncavo e Rio Ventura reúnem 17 campos terrestres, entre eles Água Grande, Candeias, Cexis, Dom João e Tapiranga Norte. A produção correspondente à participação da Brava nesses ativos alcançou aproximadamente 8,7 mil boe/d em setembro, sendo 2,6 mil barris diários de petróleo e 6,1 mil boe/d de gás natural.
No ambiente marítimo, a empresa detém 45% do campo de Manati, produtor principalmente de gás natural na Bacia de Camamu-Almada, no litoral baiano. A parcela da companhia correspondeu a cerca de 6,1 mil boe/d em setembro. Já no litoral potiguar, possui 35% dos campos de Pescada, Arabaiana e Dentão, cuja produção atribuída à Brava somou aproximadamente 274 boe/d. Esses ativos são operados pela Petrobras.
Além de Sanhaçu, a Brava Energia mantém campos de produção de petróleo e gás natural no Rio Grande do Norte, Ceará e Bahia. A atuação regional abrange operações terrestres nas bacias Potiguar e do Recôncavo, além de participações em campos marítimos nas bacias Potiguar e de Camamu-Almada. Os dados operacionais mais recentes da companhia têm como referência setembro de 2026.
Na Bacia Potiguar, o conjunto terrestre da empresa produziu aproximadamente 21,1 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/d), unidade que reúne petróleo e gás natural convertido em equivalente energético. Desse volume, cerca de 19,4 mil barris diários foram de petróleo. Entre os principais campos estão Canto do Amaro, Alto do Rodrigues, Estreito, Fazenda Pocinho e Macau. O Polo Macau, que inclui Sanhaçu, Salina Cristal, Lagoa Aroeira, Porto Carão e Carcará, respondeu por aproximadamente 6,5 mil boe/d.
A operação na Bacia Potiguar também alcança o Ceará, onde a Brava explora os campos terrestres de Fazenda Belém e Icapuí. Juntos, eles registraram produção média de aproximadamente 762 boe/d em setembro, predominantemente de petróleo, volume já incluído no total do conjunto Potiguar. No Rio Grande do Norte, a companhia também opera Ponta do Mel e Redonda, integrantes do Polo Areia Branca.
Na Bahia, os polos Recôncavo e Rio Ventura reúnem 17 campos terrestres, entre eles Água Grande, Candeias, Cexis, Dom João e Tapiranga Norte. A produção correspondente à participação da Brava nesses ativos alcançou aproximadamente 8,7 mil boe/d em setembro, sendo 2,6 mil barris diários de petróleo e 6,1 mil boe/d de gás natural.
No ambiente marítimo, a empresa detém 45% do campo de Manati, produtor principalmente de gás natural na Bacia de Camamu-Almada, no litoral baiano. A parcela da companhia correspondeu a cerca de 6,1 mil boe/d em setembro. Já no litoral potiguar, possui 35% dos campos de Pescada, Arabaiana e Dentão, cuja produção atribuída à Brava somou aproximadamente 274 boe/d. Esses ativos são operados pela Petrobras.
Brava registra receita recorde no 2º trimestre
No segundo trimestre de 2026, a companhia registrou receita líquida recorde de US$ 712 milhões, alta de 20% em relação aos três meses anteriores, enquanto o EBITDA ajustado chegou a US$ 341 milhões, crescimento de 10% na comparação trimestral.
A produção média também avançou no período, alcançando aproximadamente 82 mil barris de óleo equivalente por dia, alta de 8% frente ao primeiro trimestre. No desempenho comercial, a companhia destacou as vendas de Parque das Conchas e Papa-Terra, além do aumento de 23% nos preços médios de venda de petróleo.
Ao fim do trimestre, a Brava mantinha US$ 965 milhões em caixa e completava o quinto trimestre consecutivo de redução da dívida líquida. O índice de alavancagem caiu para 1,97 vez, ante 3,11 vezes no mesmo período do ano anterior.
No segundo trimestre de 2026, a companhia registrou receita líquida recorde de US$ 712 milhões, alta de 20% em relação aos três meses anteriores, enquanto o EBITDA ajustado chegou a US$ 341 milhões, crescimento de 10% na comparação trimestral.
A produção média também avançou no período, alcançando aproximadamente 82 mil barris de óleo equivalente por dia, alta de 8% frente ao primeiro trimestre. No desempenho comercial, a companhia destacou as vendas de Parque das Conchas e Papa-Terra, além do aumento de 23% nos preços médios de venda de petróleo.
Ao fim do trimestre, a Brava mantinha US$ 965 milhões em caixa e completava o quinto trimestre consecutivo de redução da dívida líquida. O índice de alavancagem caiu para 1,97 vez, ante 3,11 vezes no mesmo período do ano anterior.
