OPERAÇÃO MEDERI: AUDITORIA DA CGU IDENTIFICOU QUE MEDICAMENTOS PAGOS NÃO ERAM ENTREGUES
A Operação Mederi, deflagrada na manhã desta terça-feira (27) pela Polícia Federal e Controladoria-Geral da União (CGU), teve, entre outros indícios, a identificação de medicamentos que foram pagos e não entregues. A informação consta em auditoria realizada pela CGU em um contrato sob suspeita.
Como havia sido divulgado mais cedo, a Operação Mederi tem o objetivo de cessar a ação de um grupo focado no desvio de recursos públicos e fraudes no fornecimento de medicamentos a municípios do Rio Grande do Norte.
No início da noite desta terça-feira, a Polícia Federal atualizou o balanço de apreensões. Ao todo, foram apreendidos 33 celulares, 34 dispositivos eletrônicos (notebooks, HDs, tablets), 4 veículos e 117 documentos. Além disso, os agentes recolheram R$ 251.502,00 em espécie.
A ação mobilizou 163 policiais federais e cinco auditores da CGU. Os mandados judiciais foram cumpridos em oito cidades. Entre os alvos, está a residência do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), onde agentes federais apreenderam o telefone celular, um notebook e dois HDs pessoais do gestor.
O prefeito divulgou declaração nas redes sociais confirmando a apreensão dos equipamentos e afirmou ter colaborado com a diligência, recebendo os agentes de forma cordial e entregando os materiais solicitados. Ele também disse que a investigação teve início em 2023 e está relacionada a contratos de fornecimento de medicamentos, ressaltando que permanece exercendo normalmente o mandato e confiando na Justiça.
A defesa do prefeito divulgou nota afirmando que não há elementos que vinculem pessoalmente Bezerra às irregularidades sob apuração e que a medida foi deferida com base em diálogos envolvendo terceiros.
Denúncias
Denúncias relacionadas a esta investigação ou a outras irregularidades podem ser encaminhadas à Ouvidoria-Geral da União, por meio da plataforma Fala.BR. Os relatos podem ser feitos de forma anônima, mediante a escolha da opção “Não identificado”.
O cadastro deve seguir, ainda, as seguintes orientações: no campo “Sobre qual assunto você quer falar”, basta marcar a opção “Operações CGU”; e no campo “Fale aqui”, coloca o nome da operação e o estado onde ocorreu.
Como havia sido divulgado mais cedo, a Operação Mederi tem o objetivo de cessar a ação de um grupo focado no desvio de recursos públicos e fraudes no fornecimento de medicamentos a municípios do Rio Grande do Norte.
No início da noite desta terça-feira, a Polícia Federal atualizou o balanço de apreensões. Ao todo, foram apreendidos 33 celulares, 34 dispositivos eletrônicos (notebooks, HDs, tablets), 4 veículos e 117 documentos. Além disso, os agentes recolheram R$ 251.502,00 em espécie.
A ação mobilizou 163 policiais federais e cinco auditores da CGU. Os mandados judiciais foram cumpridos em oito cidades. Entre os alvos, está a residência do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), onde agentes federais apreenderam o telefone celular, um notebook e dois HDs pessoais do gestor.
O prefeito divulgou declaração nas redes sociais confirmando a apreensão dos equipamentos e afirmou ter colaborado com a diligência, recebendo os agentes de forma cordial e entregando os materiais solicitados. Ele também disse que a investigação teve início em 2023 e está relacionada a contratos de fornecimento de medicamentos, ressaltando que permanece exercendo normalmente o mandato e confiando na Justiça.
A defesa do prefeito divulgou nota afirmando que não há elementos que vinculem pessoalmente Bezerra às irregularidades sob apuração e que a medida foi deferida com base em diálogos envolvendo terceiros.
Denúncias
Denúncias relacionadas a esta investigação ou a outras irregularidades podem ser encaminhadas à Ouvidoria-Geral da União, por meio da plataforma Fala.BR. Os relatos podem ser feitos de forma anônima, mediante a escolha da opção “Não identificado”.
O cadastro deve seguir, ainda, as seguintes orientações: no campo “Sobre qual assunto você quer falar”, basta marcar a opção “Operações CGU”; e no campo “Fale aqui”, coloca o nome da operação e o estado onde ocorreu.
