ABORDAGEM A JOVEM AUTISTA GERA REVOLTA E REPERCUSSÃO EM MACAU
Uma abordagem policial envolvendo um jovem conhecido como Jardel, bastante conhecido pela população de Macau, está gerando revolta e repercussão na cidade.
Segundo relatos sobre o episódio, ocorrido na região central de Macau, policiais teriam abordado Jardel, que é autista e estaria utilizando um crachá de identificação no momento da ocorrência.
Durante a abordagem, os agentes teriam determinado que o jovem colocasse as mãos sobre a cabeça. Jardel não teria atendido à ordem e teria respondido que “não era bandido”.
Na sequência, conforme os relatos sobre o caso, os policiais imobilizaram o jovem. A forma como a abordagem aconteceu chamou atenção de pessoas que acompanharam a situação e provocou indignação entre moradores após o episódio repercutir.
Testemunhas descrevem a imobilização como um “mata-leão”. No entanto, sem um posicionamento oficial ou análise completa das imagens, não é possível afirmar tecnicamente qual procedimento de imobilização foi utilizado pelos agentes.
O caso levantou questionamentos entre moradores sobre a atuação policial em abordagens envolvendo pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), principalmente diante da informação de que Jardel portava identificação.
A repercussão aumentou justamente porque o jovem é conhecido por muitas pessoas na cidade, e moradores passaram a cobrar esclarecimentos sobre o que motivou a abordagem e sobre os procedimentos adotados.
Até o momento, não foi apresentado à nossa reportagem um posicionamento oficial das autoridades envolvidas sobre as circunstâncias da ocorrência.
O espaço permanece aberto para manifestação da corporação e demais envolvidos.
RN TEM DE TUDO
Segundo relatos sobre o episódio, ocorrido na região central de Macau, policiais teriam abordado Jardel, que é autista e estaria utilizando um crachá de identificação no momento da ocorrência.
Durante a abordagem, os agentes teriam determinado que o jovem colocasse as mãos sobre a cabeça. Jardel não teria atendido à ordem e teria respondido que “não era bandido”.
Na sequência, conforme os relatos sobre o caso, os policiais imobilizaram o jovem. A forma como a abordagem aconteceu chamou atenção de pessoas que acompanharam a situação e provocou indignação entre moradores após o episódio repercutir.
Testemunhas descrevem a imobilização como um “mata-leão”. No entanto, sem um posicionamento oficial ou análise completa das imagens, não é possível afirmar tecnicamente qual procedimento de imobilização foi utilizado pelos agentes.
O caso levantou questionamentos entre moradores sobre a atuação policial em abordagens envolvendo pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), principalmente diante da informação de que Jardel portava identificação.
A repercussão aumentou justamente porque o jovem é conhecido por muitas pessoas na cidade, e moradores passaram a cobrar esclarecimentos sobre o que motivou a abordagem e sobre os procedimentos adotados.
Até o momento, não foi apresentado à nossa reportagem um posicionamento oficial das autoridades envolvidas sobre as circunstâncias da ocorrência.
O espaço permanece aberto para manifestação da corporação e demais envolvidos.
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