“O BRASIL PRECISA DE EMPREGO, SALÁRIO DIGNO, SAÚDE, EDUCAÇÃO”, DIZ LULA


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, na manhã deste domingo, que “O Brasil precisa de emprego, salário digno, saúde, educação”. A declaração foi feita através do Twitter do presidenciável. Em diálogos recentes, o petista já defendeu a educação pública e que o Banco central deve criar metas de emprego para o país.

“O Brasil precisa de emprego, salário digno, saúde, educação. E pra isso precisamos de alguém que governe falando de amor, de solidariedade, não de ódio. E que converse com todos os setores da sociedade. É assim que a gente governa para melhorar a vida das pessoas. Bom dia!”, disse o ex-presidente.

Foto: Reprodução / Twitter

Lula defende pautas para desenvolvimento do país

O ex-presidente já disse à imprensa que não tem problemas com o Banco Central “privatizado”, mas que quer metas para criação de empregos e crescimento econômico. Lula já falou outras vezes que pretende por fim ao chamado teto de gastos, que limita a quantidade de dinheiro público investido em setores como saúde e educação.

Já em uma aula pública na Unicamp realizada em 5 de maio, o pré-candidato defendeu investimentos, ampliação e garantia de acesso para a educação no Brasil.

“Não imaginava que, depois de ter deixado a presidência, nós fossemos estar – no ano em que o Brasil completa 200 anos de independência – pior do que estávamos em 2003, quando assumi a presidência. O que aconteceu no Brasil é a demonstração de que destruir é mais fácil que construir. Tentar construir políticas públicas é uma luta, mas acabar com elas é apenas um decreto”, afirmou.

No início do mês, quando Lula recebeu apoio do partido Solidariedade, o ex-presidente disse que “Nós precisamos garantir emprego. O emprego tem que ser uma obsessão. Nós vamos ter que fazer das tripas coração para que a gente possa garantir a essa juventude, primeiro, a oportunidade de estudar, segundo, a oportunidade de trabalhar e, terceiro, a oportunidade e a certeza de que não serão violentados pela agressividade nas periferias deste país”.