MOSSORÓ CIDADE JUNINA MOVIMENTOU R$ 338,3 MILHÕES EM 2026, APONTA PESQUISA DA FECOMÉRCIO
O Mossoró Cidade Junina (MCJ) movimentou R$ 338,3 milhões durante a edição de 2026, segundo pesquisa de impacto econômico apresentada nesta sexta-feira (21) pela Prefeitura de Mossoró e pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio RN).
O levantamento foi realizado pelo Instituto Fecomércio/RN (IFC) e também avaliou a percepção do público sobre diferentes aspectos do evento, como segurança, organização, estrutura e limpeza. Ao todo, o MCJ registrou 1.403.036 pessoas durante a programação.
O valor movimentado pelo evento corresponde, segundo o estudo, a 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) anual de Mossoró.
A pesquisa também calculou quanto foi movimentado, em média, por dia. O MCJ alcançou R$ 14,71 milhões de movimentação financeira diária, resultado que colocou o São João de Mossoró na segunda posição entre os grandes eventos juninos brasileiros analisados nesse indicador. O valor ficou atrás apenas do São João de Campina Grande e à frente do São João de Caruaru.
Visitantes gastaram mais que moradores
O impacto econômico também aparece no comportamento de consumo do público. Segundo o levantamento, os moradores de Mossoró gastaram, em média, R$ 146,65 durante o evento.
Entre visitantes e turistas, o gasto médio chegou a R$ 365,39.
A diferença entre os dois grupos evidencia a participação dos visitantes na movimentação financeira gerada pelo evento, principalmente a partir das despesas realizadas durante a permanência na cidade.
O levantamento também identificou aumento no percentual de trabalhadores contratados durante o período do evento. A participação passou de 25% para 31,6%, de acordo com os dados apresentados pelo Instituto Fecomércio/RN.
A segurança foi um dos itens avaliados pelo público. O esquema montado para o Mossoró Cidade Junina recebeu 94,5% de aprovação entre os entrevistados.
Na avaliação geral da organização, o índice de satisfação foi de 91%.
A estrutura do evento alcançou 90,9% de aprovação, enquanto os serviços de limpeza foram aprovados por 84,9% dos entrevistados.
O público também atribuiu ao MCJ uma nota média de 9,3.
Outro dado levantado pelo Instituto Fecomércio/RN diz respeito à intenção de retorno. 90,7% das pessoas entrevistadas afirmaram que pretendem voltar ao Mossoró Cidade Junina em 2027.
Os indicadores foram apresentados pela Prefeitura e pela Fecomércio RN como parte da avaliação dos resultados econômicos e da percepção do público sobre a edição de 2026.
O impacto econômico também aparece no comportamento de consumo do público. Segundo o levantamento, os moradores de Mossoró gastaram, em média, R$ 146,65 durante o evento.
Entre visitantes e turistas, o gasto médio chegou a R$ 365,39.
A diferença entre os dois grupos evidencia a participação dos visitantes na movimentação financeira gerada pelo evento, principalmente a partir das despesas realizadas durante a permanência na cidade.
O levantamento também identificou aumento no percentual de trabalhadores contratados durante o período do evento. A participação passou de 25% para 31,6%, de acordo com os dados apresentados pelo Instituto Fecomércio/RN.
A segurança foi um dos itens avaliados pelo público. O esquema montado para o Mossoró Cidade Junina recebeu 94,5% de aprovação entre os entrevistados.
Na avaliação geral da organização, o índice de satisfação foi de 91%.
A estrutura do evento alcançou 90,9% de aprovação, enquanto os serviços de limpeza foram aprovados por 84,9% dos entrevistados.
O público também atribuiu ao MCJ uma nota média de 9,3.
Outro dado levantado pelo Instituto Fecomércio/RN diz respeito à intenção de retorno. 90,7% das pessoas entrevistadas afirmaram que pretendem voltar ao Mossoró Cidade Junina em 2027.
Os indicadores foram apresentados pela Prefeitura e pela Fecomércio RN como parte da avaliação dos resultados econômicos e da percepção do público sobre a edição de 2026.
